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Câmara da Maia vai reduzir ruído

O presidente da Câmara da Maia salientou que "o ruído é uma das causas de poluição menos combatida em Portugal".


Especialistas do Laboratório de Acústica da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto vão identificar as zonas críticas e definir quais as medidas a tomar para minimizar o ruído no concelho da Maia, anunciou hoje fonte da autarquia.

O trabalho será desenvolvido no âmbito de um protocolo que, além da elaboração de um plano visando combater o ruído neste concelho da Área Metropolitana do Porto, vai também procurar determinar as causas e fontes de ruído no concelho.

"Entendemos que a nossa aposta no aumento da qualidade de vida dos nossos munícipes obriga a acabar ou reduzir substancialmente as fontes de ruído ainda existentes na Maia", afirmou Bragança Fernandes.

Esta colaboração surge no contexto de um outro protocolo, celebrado entre o Instituto do Ambiente e a Faculdade de Engenharia do Porto, que visa a concretização de um manual técnico para elaboração de Planos Municipais de Redução de Ruído e Plano de Acção.

Com a colaboração solicitada à Câmara da Maia, os técnicos pretendem analisar a eficácia do manual técnico, não só no que se refere ao seu conteúdo administrativo e técnico, como também à aplicabilidade das técnicas de redução de ruído nele descritas.

Dada a dimensão média deste município no contexto nacional e a diversidade de fontes de ruído em presença - a Maia apresenta quase todos os modos de transporte: rodoviário, ferroviário e aéreo, além de múltiplas actividades ruidosas - considerou-se que o município da Maia seria a escolha natural para a elaboração de um plano piloto de redução do ruído para testar a implementação do manual.

"Após a conclusão do Mapa do Ruído e do Mapa de Classificação de Zonas, segue-se a identificação das zonas de conflito e a determinação do "nível de conflito" de cada uma, ou seja, do excesso de nível sonoro que apresentam em relação ao máximo permitido para a sua classificação", acrescentou a fonte autárquica.

Posteriormente, serão assinaladas as fontes sonoras preponderantes em cada zona de conflito e definida uma proposta de hierarquia de actuação que se considere mais oportuna e adequada.

A fase seguinte consiste na selecção das medidas de minimização de ruído, mais apropriadas a cada uma das situações de incumprimento verificadas, e que sejam da responsabilidade da autarquia.

Será ainda efectuada uma análise custo/benefício, tendo por base a redução do nível sonoro, os custos associados a essa redução e os potenciais beneficiários.



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