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Maiatos "lideres nacionais" na Recolha Selectiva

A aposta efectuada na Educação Ambiental, é o segredo para este sucesso.


Dos cerca de 377 kg de lixo que cada munícipe produziu entre Janeiro e Outubro, apenas 74 kg foram separados e devidamente encaminhados para reciclagem ou compostagem.

Num âmbito mais alargado, das mais de 50 mil toneladas de resíduos recolhidos e transportados pela Maiambiente, quase 10 mil foram recolhidas selectivamente e reencaminhadas para reciclagem ou compostagem. Os valores fazem a maia atingir uma taxa de 19.6 %, relativa aos primeros dez meses de 2007.

Carlos Mendes, o director-geral da Empresa Municipal, afirma que "Sem grande margem para erro, diria que nós somos os líderes nacionais", uma vez que a média nacional aponta para 9% de resíduos recolhidos selectivamente, face ao total recolhido. Ao nível do Grande Porto, o director-geral, salienta que os Municípios "estão todos abaixo dos resultados da Maia".

Preponderante para o sucesso, é a oposta que a Câmara municipal da Maia e a Maiambiente, têm vindo a efectuar na Educação Ambiental, essencialmente direccionada para a população em idade escolar, que posteriormente convencem os pais e familiares a aderirem à separação na origem.

Resíduos Recolhidos Selectivamente entre Janeiro e Outubro:

Materiais

Quantidade 

(em toneladas)

Papel

2 597

 Vidro

1 833

 Embalagens

910

 Plástico

333

 Orgânico

826

 Jardim

1 945

 Madeira

841

 REEE

114

Para 2008, está previsto o reforço em cerca de 30%, do número de ecopontos disponibilizados à população maiata, que visam diminuir as distancias a percorrer, para colocar os resíduos no devido lugar. Paralelamente, durante todo o ano e de forma gradual, a Maiambiente pretende alargar a recolha selectiva de papel, embalagens plásticas e metálicas e de vidro a mais 700 edifícios colectivos, abrangendo cerca de 15 mil habitantes. Para isso, conta com a colaboração da Lipor, que viu aprovada a candidatura deste mesmo projectoa Fundos de Coesão, sendo ainda necessário adquirir os contentores necessários para equipar os novos edifícios.

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