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Praias interditas por má qualidade da água

Seis praias da zona norte estão interditas a banhos devido à falta de qualidade da água e risco para a saúde pública.

A proibição atinge duas praias no Porto - Castelo do Queijo e Gondarém -, duas em Matosinhos - Angeiras Norte e Matosinhos - , uma em Vila do Conde - a praia de  Árvore - e outra em Monção - a zona balnear da Gadanha.

As análises à qualidade da água destas praias, disponíveis no site do Instituto da Água (INAG), revelam elevados níveis de coliformes fecais e totais (oriundos de fezes de origem humana e animal).

José Salvado, do INAG, explicou que aqueles micro-organismos podem provocar aos banhistas vários problemas de saúde, entre os quais, doenças de pele, otites, gastroenterites ou conjuntivites.

«O grande problema é tomar banho e não estar na areia», esclareceu Rocha Nogueira, responsável de saúde ambiental do centro regional de saúde pública do norte, tutelado pelo Ministério da Saúde.

As razões dos elevados níveis de coliformes na água daquelas praias está normalmente ligada a factores humanos, sejam descargas das indústrias ou até problemas com esgotos.

«Aqueles micro-organismos podem aparecer na água por causa de descargas de águas residuais [esgotos] ou até da prática agrícola. Muitas das praias interditas, como a da Árvore, próxima do rio Ave, que está muito poluído, têm problemas há vários anos», adiantou Rocha Nogueira.

No Porto, a praia de Castelo de Queijo está interdita desde 31 de Agosto de 2004 e a de Gondarem desde 4 de Julho de 2004, segundo aquele responsável.

Em Matosinhos, a praia com o mesmo nome está interdita desde 15 de Junho de 2004 e a de Angeiras Norte desde 01 de Outubro do mesmo ano.

Na praia da Árvore, em Vila do Conde, não é recomendável tomar banho desde 31 de Agosto de 2004 e na zona balnear fluvial de Gadanha, em Monção, a interdição dura desde 8 de Setembro do ano passado.

Ao contrário das bandeiras azuis - que são retiradas, por falta de qualidade da praia, por toda a época balnear -, as interdições das praias decretadas pelas autoridades de saúde são sempre temporárias porque são feitas análises todas as semanas.

Para mais informação consulte o site: http://www.inag.pt


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