Entrar
Esqueceu a sua senha?
Poll
Está familiarizado com as consequências das alterações climáticas na saúde?
 Sim
 Não
 Vagamente
 
Você está aqui: Entrada / Ambiente / Energia / Mais informação / Sobre as energias alternativas

Sobre as energias alternativas

Cada vez se defende a ideia de que um modelo energético sustentável tem de se basear nas energias sustentáveis, quer estejamos a falar no combate ao efeito de estufa, quer na redução da dependência de fontes energéticas externas.

Vejamos o que cada uma das fontes de energia alternativa tem para oferecer num país como o nosso, rico em recursos naturais renováveis, como o sol, o vento, as ondas, entre outros. 

 

energia solar

Energia Solar

A energia do sol pode ser explorada de diferentes maneiras:

- De forma passiva, em que a arquitectura dos edifícios vai tirar proveito do sol para o aquecimento da casa; O “solar passivo” apresenta-se assim, como uma das alternativas para melhorar a eficiência energética dos edifícios.

Esta eficiência energética pode-se dar, quer através da orientação do imóvel (ganhos directos): uma boa orientação, disposição interior das fracções e de elementos verticais transparentes com devida protecção (janelas, solários, clarabóias), que pode evitar até 20% das necessidades de aquecimento; quer através do isolamento térmico dos edifícios: construções em paredes duplas com isolamento intermédio, janelas com vidro duplo, e outro tipo de isolamentos são soluções que diminuem bastante as cargas térmicas, tanto de aquecimento como de arrefecimento, nos edifícios.

- De forma activa, em que, pelo uso de painéis solares, se vai aproveitar a energia do sol para aquecimento de águas ou produção de energia eléctrica.

Pode-se aproveitar de forma activa a energia vinda do sol através de duas formas: 

- Sistemas solares térmicos – para aquecimento de águas e climatização, através de “colectores solares” colocados, por exemplo, nos telhados dos edifícios e que transferem o calor do sol para um fluido que depois aquece a água.

- Sistemas solares fotovoltaicos – para produção de electricidade, utilizando para isso “painéis fotovoltaicos”. Nos sistemas fotovoltaicos, a radiação solar é convertida em energia eléctrica por intermédio dos chamados semicondutores, que estão configurados em células fotovoltaicas e que ao receber a radiação solar, produzem uma corrente eléctrica. Os semicondutores feitos de silício são os mais usados na construção das células e o seu rendimento possível razoável é, actualmente, de cerca de 25-30%. A única desvantagem deste sistema produtor de electricidade é o seu custo ainda ser demasiado elevado para uso em grande escala.

Sistemas solares fotovoltaicos

Embora no Verão a disponibilidade de sol ser consideravelmente superior à existente no Inverno, no nosso país existe, de uma forma geral, um grande potencial de aproveitamento deste recurso durante todo o ano. Depois da Grécia e da Espanha, Portugal é o país na União Europeia com maior potencial de aproveitamento de energia solar.

Com mais de 2300 horas/ano de insolação na Região Norte, e 3000 horas/ano no Algarve, o nosso país dispõe de uma situação privilegiada para o desenvolvimento deste tipo de energia que está ainda muito por explorar. Em Portugal, e de acordo com dados da Federação Europeia da Indústria Solar Térmica, existem apenas 390 mil metros quadrados de energia solar térmica (4% do mercado europeu). Em 2010, a produção de electricidade por via solar térmica é de 32,5 kWh por cada 1000 habitantes, valor que se encontra muito abaixo da média europeia.

Já é comum verem-se pequenos painéis fotovoltaicos, por exemplo, em parquímetros e nos telefones SOS das auto-estradas mas a expressão da conversão deste recurso em energia eléctrica ainda é muito ténue, quer no nosso país quer a nível mundial.

 

Energia Eólica

Há muito tempo que a energia do vento é aproveitada pelo ser humano. A diferença é que em vez dessa força ser transformada em trabalho (moinhos de vento), a aposta nos nossos dias vai para a produção de electricidade. Nos últimos anos, a melhoria tecnológica que se tem verificado e a proliferação dos parques eólicos tem levado mesmo a um crescimento exponencial da produção de electricidade a partir desta energia ecológica. Este é o tipo de energia renovável com mais crescimento nos últimos anos. Em 2009, a capacidade instalada em energia eólica na Europa atingiu os 74.767 GW, crescendo 23% relativamente ao ano anterior.

O aumento tem-se dado, sobretudo na Europa, onde se encontra 74% do total da capacidade dos parques eólicos de todo o mundo. Segundo a Associação Europeia de Energia Eólica, cerca de 2% da electricidade consumida na Europa provém de parques eólicos. A seguir, encontra-se a América do Norte com 16% da produção mundial, depois a Ásia (7%) e o resto do Mundo com 3% dos parques eólicos.

A velocidade do vento é muito importante para determinar a energia que pode produzir com o gerador de electricidade - aerogerador. No entanto, tem havido um desenvolvimento nestes equipamentos de forma a conseguirem aproveitar velocidades baixas do vento para produzir electricidade, aumentando assim a sua capacidade de produção. Estes sistemas são desenhados para normalmente terem um período de vida de cerca de 20 anos.

O primeiro parque eólico foi criado em 1988 nos Açores, mas actualmente a distribuição destas centrais abrange quase todo o território nacional com aproximadamente 3,53 GW de potência instalada até 2009 (cerca de 4.6% da total europeia), de acordo com dados da Associação Europeia de Energia Eólica. Portugal tem como objectivo atingir a produção de electricidade por via eólica para 5,1 GW em 2012 e 8,5 GW em 2020.

O impacte paisagístico é um dos factores de conflito que muitas vezes estão associados a projectos de construção de parques eólicos. A projecção de parques em áreas protegidas como em zonas classificadas como Reserva Ecológica Nacional (REN) são outro factor desvantajoso a ter em conta, quer pelo impacto causado pela abertura de caminhos e perturbação de zonas sensíveis, quer pelo ruído da hélice do aerogerador (embora seja cada vez menor com o avanço da tecnologia), ou pela possibilidade das aves serem apanhadas pelas pás do equipamento. Daí a obrigação de se realizar de uma avaliação de impacte ambiental (AIA) e de se produzir à minimização dos respectivos impactes aos projectos que se queiram implantar em zonas ecologicamente sensíveis e protegidas.

 

Energia hídrica

As instalações hidroeléctricas, vulgo barragens, são das infra-estruturas de energias renováveis que mais energia produzem, correspondendo a 20% da electricidade de todo o mundo e a 88% da electricidade produzida a partir de energias renováveis, situando-se à frente das centrais nucleares e ligeiramente atrás das centrais térmicas a gás natural.

Em anos chuvosos, a situação em Portugal também privilegia a energia hídrica, cobrindo um terço de toda a energia consumida.

Distinguem-se dois tipos de aproveitamento, dependendo da dimensão:

- Mini-hídricas: são instalações hidroeléctricas de pequenas dimensões com potências instaladas inferiores a 10 MW. Neste tipo de empreendimentos, utiliza-se o desnível natural do curso de água para a instalação de uma pequena turbina. Note-se que este tipo de aproveitamento pode requerer o desvio de uma parte do caudal do rio durante uma determinada extensão.

- Grande aproveitamento: apresentam uma capacidade superior a 10 MW, sendo normalmente divididos em dois tipos, consoante existe ou não capacidade de armazenamento dos caudais afluentes: centrais de albufeira (nas quais existe capacidade de armazenamento) e centrais a fio de água (onde não praticamente não existe essa capacidade, isto é, o caudal afluente é igual ao caudal turbinado e descarregado).

O potencial de aproveitamento de energia mini-hídrica está distribuído por todo o território nacional, com maior concentração no Norte e Centro do país.

Apesar de ser uma fonte de energia em que a sua produção não leva à emissão de poluentes atmosféricos, a energia hídrica acarreta outros impactes ambientais e sociais que fazem dela uma solução pouco interessante em termos de desenvolvimento sustentável. Entre esses impactes, destaca-se as alterações que as barragens provocam nos leitos dos rios, quer em termos de poluição mais facilmente acumulável numa água parada, quer em termos de obstáculo físico à passagem dos peixes, nomeadamente daqueles que sobem o rio para a desova (ex. sável e truta). Além disso, um rio com uma barragem retém mais facilmente sedimentos, aumentando os problemas de erosão a jusante. Em muitas situações, em que Portugal não foi excepção, a construção das barragens implicou o desaparecimento de propriedades agrícolas e de aldeias inteiras, acrescentando aos custos ecológicos, custos sociais e económicos.

Portugal tem como objectivo atingir a produção de electricidade por via hídrica de 5,5 GW em 2010.

 

Energia da biomassa

A energia proveniente da biomassa é uma das fontes mais antigas de energias renováveis usadas pelo ser humano, sendo ainda muito comum nos países em desenvolvimento. Cerca de 80% da oferta mundial de energias renováveis deriva do aproveitamento de biomassa, seja ela sob a forma de queima de lenha, resíduos vegetais em fogões tradicionais, em lareiras, fogueiras, etc. 

Apesar de se tratar de uma fonte renovável de energia o uso de biomassa tradicional, traz consigo diversos problemas ambientais como a poluição do ar interior, provocando doenças e mortes por inalação de gases tóxicos.

Não obstante, desde há algumas décadas a esta parte, que as novas tecnologias permitem um aproveitamento de biomassa mais limpo e eficiente. Proveniente da matéria orgânica de origem animal e vegetal, incluindo os resíduos e as matérias orgânicas transformadas – resíduos da indústria transformadora de madeira e alimentar, podem ser usados actualmente para produzir electricidade.

Assim, através de diferentes tecnologias de conversão, é possível obter biocombustíveis sólidos, líquidos e gasosos que, por sua vez, podem gerar energia térmica, mecânica e eléctrica como se observa na tabela seguinte (Fonte: Portal das Energias Renováveis):

Tipo de combustível

Descrição

Utilidade

Biocombustíveis sólidos

Lenha, carvão vegetal, resíduos florestais e agrícolas, fracção orgânica do lixo, restos de madeira

Queima em lareiras, fogões e braseiros (para calor), queima industrial (para vapor e electricidade)

Biocombustíveis gasosos

Biogás (a partir de resíduos de suiniculturas, do tratamento de esgotos e do lixo urbano)

Queima (para calor e electricidade)

Biocombustíveis líquidos

Biodiesel, etanol (a partir de plantas como cana-de-açucar e girassol), metanol

Combustíveis para automóveis

Relativamente aos biocombustíveis sólidos, é cada vez mais aceite que a biomassa florestal, através das diferentes tecnologias de conversão, pode ser transformada em energia térmica e eléctrica, trazendo importantes benefícios sociais, económicos e ambientais.

É um facto que a presença de matos e de outros resíduos da exploração florestal nas matas e povoamentos nacionais contribuem para o elevado número de incêndios que, anualmente, consomem mais de 100 mil hectares.

De entre os tipos de biomassa florestal com um interesse de exploração considerável incluem-se os resíduos da vinha, indústria do vinho, podas de olivais e árvores de frutos, do bagaço da azeitona, entre outros.

Relativamente ao biogás, esta fonte energética resulta da digestão anaeróbia – na ausência e oxigénio livre – da matéria orgânica depositada nos aterros sanitários ou contida nos efluentes agro-pecuários, agro-industriais e urbanos, dentro de determinados limites de temperatura, humidade e acidez. O biogás pode ser usado na geração de energia mecânica (nos motores de combustão interna), energia eléctrica (nas centrais a biogás) e energia térmica (sem sistemas de queima directa – aquecimento ambiente, águas quentes sanitárias, fogões e incineradores). Adicionalmente, o biogás pode ser utilizado como combustível nas centrais de cogeração.

Actualmente, em Portugal, existe cerca de uma centena de sistemas de produção de biogás, na sua maior parte proveniente do tratamento de efluentes agro-pecuários e agro-alimentares, ETAR’s e aterros de RSU, para a produção de energia eléctrica (cerca de 886 GWh/ano). O biogás representa actualmente apenas cerca de 0,2% do consumo energético nacional com cerca de 80 GWh produzidos e potência instalada de apenas 21 MW (2009), i.e, 80% abaixo da meta dos 100 MW que Portugal se propõe alcançar até 2010.

No caso do biodiesel, trata-se de um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis que pode ser obtido por diferentes processos. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo várias espécies que podem ser utilizadas, tais como girassol, beterraba ou cana-de-açúcar.

O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo de camiões, tractores, automóveis e de equipamentos como geradores de electricidade, calor, etc. Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções.

 

Energia geotérmica

À frente da energia eólica e da solar, a energia geotérmica tem tido muitos adeptos em todo o mundo entre as energias consideradas “novas renováveis”.

Designa-se energia geotérmica ao calor proveniente do interior da crosta terrestre. Existe porque a temperatura do planeta varia em profundidade – em cada 100 metros de profundidade, a temperatura aumenta 3ºC – e manifesta-se naturalmente à superfície na forma de rochas quentes, de vapor (fumarolas) e de água quente (geisers) como nos Açores, mas pode ser explorada a partir do interior do solo através de furos (bombas de calor).

Em Portugal existem, sobretudo, aproveitamentos em pólos termais existentes (com temperaturas entre os 20 e os 76ºC) e em aquíferos profundos das bacias sedimentares.

Os aproveitamentos geotérmicos mais interessantes encontram-se nos Açores, onde estão inventariados cerca de 235,5 MWt, distribuídos por várias ilhas. Em Portugal Continental, existe o aproveitamento de pólos termais e aplicações directas nas orlas sedimentares, que podem representar um potencial de cerca de 20 MWt.

As bombas de calor geotérmicas aproveitam o calor a partir de aquíferos ou formações geológicas através de permutadores instalados no subsolo, o que permite a utilização para aquecimento e climatização, até um potencial de 12 MWt.

Portugal tem como objectivo a produção de electricidade por via geotérmica de 0,5 GW em 2020. 

 

Energia dos Oceanos

Os oceanos constituem um potencial de geração de electricidade sob várias formas. A energia que aos poucos está a ser aproveitada e rentabilizada pelas novas tecnologias vem, por um lado, das ondas e, por outro, da força das marés.

No caso das ondas, o aproveitamento da energia é feito através dessas ondas que ao subirem e descerem movimentam a água que se encontra numa câmara fechada. Nessa câmara, o ar que se comprime e expande acima da água faz mover uma turbina que transforma a energia mecânica em energia eléctrica.

Energia dos Oceanos

A costa portuguesa reúne condições excelentes para o aproveitamento da energia das ondas, calculando-se que chega à costa ocidental portuguesa energia no valor de 120 TWh por ano, em águas profundas. A conversão de 1% dessa energia em energia útil produziria 1,2 TWh/ano, correspondente a uma potência instalada de 550 MW. Portugal é pioneiro ao nível do desenvolvimento de tecnologia e inovação nesta área. Apesar da energia das ondas encontrar-se entre as fontes renováveis menos utilizadas a nível global, nos Açores (Ilha do Pico) existe já uma central experimental deste tipo de energia renovável.

Existem, no entanto, dificuldades que se colocam, ao nível da exploração, pois requer enormes estudos e preparação, é muito dispendiosa e pouco eficiente energeticamente. As instalações não podem interferir com os cursos de navegação e devem ser capazes de resistir a tempestades marítimas.

 

Energia do hidrogénio

O hidrogénio, além de ser um elemento químico abundante (fonte considerada inesgotável), permite através de pilhas de combustível produzir electricidade e libertar apenas vapor de água, eliminando a emissão de gases de efeito de estufa na produção de electricidade. A nível dos transportes, permite através de motores diferentes suplantar os motores de combustão em eficiência e consumo, sem mencionar o factor "emissões zero".

Em Portugal, é de realçar o projecto de investigação denominado CUTE (Clean Urban Transport for Europe), cujo objectivo é desenvolver e demonstrar um sistema de transporte livre de emissões e com baixo ruído que, incluindo a respectiva infra-estrutura energética, tem um grande potencial para reduzir a emissão de gases de efeito de estufa. Desta forma, será mais viável ir ao encontro dos compromissos do Protocolo de Quioto, melhorar a qualidade de vida em zonas densamente povoadas e conservar os recursos fósseis. 

A uma escala piloto e integrados no Projecto CUTE, em 2004, circulavam três autocarros movidos a hidrogénio, uma iniciativa na cidade do Porto, uma das nove cidades participantes.

Nestas questões energéticas também nós, consumidores, podemos passar a produtores investindo em energias renováveis como a solar e a eólica, por exemplo.

A título de exemplo, um aerogerador (energia eólica) pode ser também um bom investimento como complemento a um sistema fotovoltaico, uma vez que o seu bom funcionamento no Inverno e de noite, compensa a pouca energia fornecida pelo fotovoltaico nestas alturas.  

Apesar dos ainda elevados custos de investimento, a adesão às energias alternativas permite-nos reduzir a nossa dependência individual dos combustíveis fósseis, reduzir a conta de electricidade e até produzir energia para vender à rede eléctrica nacional. Ou seja, com as energias alternativas em casa: 

- pode-se apenas consumir a electricidade que produz, armazenando ou não a electricidade excedente que possa ser produzido em determinadas alturas;

- pode-se consumir electricidade, e vender o excedente à rede eléctrica;

- pode-se vender toda a electricidade que produz à rede eléctrica, consumindo toda a electricidade que produzir da rede de distribuição.

Sobre a aplicação de energias renováveis e a venda de electricidade à rede eléctrica, enquanto Produtor em Regime Especial, os cidadãos poderão obter informações na EDP, Direcção Geral de Geologia e Energia e Agência para a Energia .  

 

Onde encontrar equipamentos de energia alternativa

Sem sair do Concelho da Maia, poderá encontrar entidades que têm à disposição equipamentos e serviços na área das energias alternativas (energia solar, eólica, biomassa e outras). Aqui ficam sugestões de contactos:


Vestaspor – Serviços de Tecnologia Eólica, Lda

Rua J. Espido, 74

4470-177 Maia
Tel: 229479850
Fax: 229479859
E-mail: vestas-portugal@vestas.com
Web: www.vestas.com

Instalvento Equipamentos para Energias Renováveis
Centro Empresarial da Maia, 34
4475-705 Maia
Tel: 229476444
Telemóvel: 962018926
E-mail: info@instalvento.com

Megajoule – Consultoria de Energias Renováveis, Lda
Rua Engª Frederico Ultrich, 2650
4470-605 Moreira da Maia – Maia
Tel: 220915480
Fax: 229488166
Indmetres – Indústria Metalúrgica Representações e Serviços, Lda
Rua D. Mª. F. Cruz, 601
4470-081 Gueifães – Maia
Tel: 229064501/ 229012054
Fax: 229064500
Canalizações Cecílio Mendes, Lda
Central Frejufe-Silva Escura, 728
4475-819 Maia
Tel: 229480642
José Miguel Santos
Rua 1, Urbanização Lidador, 308
4470-701 Vila Nova da Telha – Maia
Tel: 229411064

 
Acções do Documento

Acções do Documento