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Políticas

 

O equilíbrio ecológico das grandes cidades é um factor primordial ao desenvolvimento sustentável, para o qual as áreas verdes urbanas contribuem significativamente. Espaços como parques e jardins, além de proporcionarem paisagens agradáveis e de desenvolverem um importante papel social, contribuem para manter o equilíbrio do ecossistema que é afectado com a construção, por exemplo, de edifícios e vias de comunicação. Assim, desde a década de 90 que estes aspectos são tidos em conta, pelo Município da Maia, tanto nas operações urbanísticas que promove, como naquelas que são por si licenciadas.

Assente nesta lógica, surgiu há cerca de 15 anos o “Projecto Maia Natura”, como sendo uma estratégia definida pelo Município tendente à criação e consolidação de uma rede de parques verdes, de implementação faseada, conforme a seguir referido:

a)    1ª Fase – Incidiu sobre a construção do Parque Central da Cidade (1998), na Freguesia da Maia, do Parque Urbano de Moutidos (2000), na Freguesia de Águas Santas, do Jardim de Quires (2005), na Freguesia de Vila Nova da Telha e do Parque de Avioso - S. Pedro (2005), na Freguesia de S. Pedro de Avioso;

b)   2ª Fase – Foi orientada para a construção dos seguintes parques: Parque Urbano do Novo Rumo (2009), na Freguesia da Maia, Parque Urbano dos Maninhos (1ª fase) - 2009, na Freguesia de Vermoim, e Parque Urbano dos Amores (2009), na Freguesia de Pedrouços;

c)    3ª Fase – Prevista a construção do Parque de Ponte de Moreira e do Parque da Quinta do Mosteiro, ambos na Freguesia de Moreira, e a 2ª fase do Parque Urbano dos Maninhos, na Freguesia de Vermoim.

Uma vez que o Município da Maia integra a Rede de Parque Metropolitanos do Porto, este projecto terá continuidade na construção de outros novos espaços verdes defendidos nesse projecto.

Actualmente, a Câmara Municipal da Maia assegura a manutenção de cerca de 1 milhão e meio de metros quadrados de jardins e parques espalhados pelas 17 Freguesias, o que representam cerca de 12.5 m2 de área verde por habitante do Concelho.

A integração paisagística, no âmbito das operações que interferem com o espaço público, é reconhecidamente uma área com cada vez mais importância. Nesta área de intervenção garante-se a sustentabilidade ambiental dos projectos elaborados, não os limitando a questões puramente estéticas. Desempenha, ainda, uma função social, destacando-se por influenciar a harmonia da população, promovendo a convivência comunitária nas praças, parques e jardins construídos, bem como o contacto com a Natureza.

Ao longo dos últimos anos assiste-se à execução de projectos de integração paisagística para parques e jardins, sendo alguns desses exemplos retratados nas páginas seguintes.

Os Montes do Concelho, caracterizados pela sua ruralidade e simbologia religiosa, não foram relegados para segundo plano, pelo que se investiu na elaboração de projectos de requalificação e recuperação, alguns deles já executados, devolvendo-os à população para ususfruto.

Também a arborização em caldeira ao longo dos arruamentos do Concelho tem sido uma preocupação permanente do Município da Maia, uma vez que as árvores, para além de embelezarem o ambiente urbano, desempenham uma importante função bio-climática. O seu papel na absorção de dióxido de carbono e libertação de oxigénio para a atmosfera, contribui para reduzir a poluição atmosférica.

A escolha das árvores a plantar em cada arruamento, encontra-se vertida no Plano de Arborização do Concelho da Maia, estudo detalhado efectuado pelos Técnicos Municipais e que teve em conta critérios como as características das espécies e respectiva adequação aos locais de plantação, os requisitos a observar em matéria de urbanismo, bem como aspectos da área do paisagismo. Encontram-se plantadas nos arruamentos do Concelho da Maia, quase 11.000 árvores.

 

 

 

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