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Instituto Pedro Nunes apoia até 150 projetos vocacionados para cidades inteligentes

O Instituto Pedro Nunes (IPN) coordena um programa europeu que vai apoiar até 150 projetos vocacionados para cidades inteligentes, qualidade de vida, mobilidade e eficiência de recursos, e que conta com cinco milhões de euros de financiamento.

 

O IPN coordena o programa SOUL-FI (Startups Optimizing Life with Future Internet), que pretende apoiar projetos, ideias e produtos europeus que melhorem a qualidade de vida urbana, a mobilidade, o turismo e a eficiência de recursos, informou Nuno Varandas, coordenador executivo.

O instituto lidera um consórcio que envolve parceiros de Espanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda, sendo o financiamento proveniente da Comissão Europeia, que apoia um total de 16 programas com 80 milhões de euros, vocacionados para empresas, "startups" e empreendedores que desenvolvam aplicações e serviços em torno das tecnologias de informação.

O IPN vai fazer "um acompanhamento, nomear um mentor por projeto, ligar o projeto a vários programas de aceleração que existam" e direcioná-los para ações de formação, dependendo das "necessidades" de cada um, explicou Nuno Varandas, frisando que haverá ainda encontros e "atividades de ´network´" com possíveis investidores e clientes.

Dentro do programa liderado pelo IPN, os projetos estarão divididos em categoria A, em que são disponibilizados 10 mil euros para 100 empresas, e categoria B, onde serão financiados 50 projetos com 75 mil euros, distribuídos de forma faseada ao longo do desenvolvimento dos produtos.

Aliado ao programa, está o uso obrigatório da plataforma tecnológica FIWARE - "uma nuvem, onde estão disponíveis serviços e aplicações no mesmo formato" -, permitindo que uma aplicação desenvolvida "para Lisboa possa ser aplicada em toda a Europa", referiu o coordenador.

A Comissão Europeia, ao disponibilizar 80 milhões de euros em 16 programas, pretende que "a Europa seja uma referência a nível internacional em tecnologias de informação", havendo programas que abrangem setores como as finanças, jogos ou saúde, aclarou Nuno Varandas.

A fase de candidaturas começa em setembro e termina em junho de 2015, sendo que a fase de implementação dos projetos de categoria A são três meses, tendo que apresentar um modelo de negócio, e de seis meses para a categoria B, em que terão de ter concluído um protótipo do produto a colocar no mercado.

A conferência de lançamento de concurso para o programa SOUL-FI realiza-se a 05 de setembro, no Palácio da Bolsa, no Porto.

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